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Continue a nadar

  • Foto do escritor: Diana Di
    Diana Di
  • 23 de abr. de 2020
  • 2 min de leitura

● Atividade elaborada em Parceria com Isabelly Modro Silva do blog Evolubio.

A forma como os indivíduos se adaptam ao meio é um dos pontos mais importantes para a Seleção Natural, isso sempre despertou interesse, se tornando objeto de estudo em diversas áreas nas ciências naturais, são sustentadas por inúmeras evidências e ao correlacionar os organismos atuais aos registros fósseis de organismos que já existiram, revelam como o passado está ligado ao presente.

Há registros paleontológicos que evidenciam ligações muitos claras de certos grupos aos seus antepassados, que os colocam em uma classificação de “fósseis vivos”. Esse é o caso dos Agnatos, com amplos registros fósseis do período Cambriano e que atualmente são representados pelas Lampreias e Feiticeiras. Além de seus planos corporais com muitas similaridades, seu sistema reprodutivo é um resquício do passado, pois não possuem ductos e aparelhos sexuais e por sua fecundação ainda ser externa. A forma como sua adaptação ocorreu, permitiu que pudesse expandir para além do ambiente marinho, isso só ocorreu pois em algum momento a seleção natural atuou de forma aleatória, ao longo de milhões de anos e com pressões do meio, seus rins sofreram alterações que vieram a ampliar seu controle osmótico e assim conseguiram se adaptar à água doce, mesmo que a sua reprodução ainda necessite ser em água salgada, mostrando sua ligação primitiva com o ambiente salino.

Utiliza-se para a compreensão “A” como negação, pode separar os organismos Agnatas dos Gnatostomados. Separando a linha evolutiva dos organismos que possuem mandíbula (gnatostomados) dos organismos sem mandíbulas (Agnatos). A importância deste fato se dá ao sucesso evolutivos das espécies Gnatostomadas que obtiveram vantagem evolutiva em relação aos Agnatos justamente devido a sua alimentação mais ampla e facilitada com o sistema de mastigação, isso resultou em um maior número de descendentes e também na maior diversidade de espécies, o que pode ser descrito como o modelo mais adaptado quando se trata de feeling evolutivo naquele ambiente. Porém exemplos atuais dos primitivos Agnatas ainda existem nos dias de hoje, devido a adaptação ao meio, mesmo com alimentação mais específica. E ao comparar suas morfologias básicas pode ser observado que a correlação entre os dois grupos corresponde do ponto de vista evolutivo.



Autoria da imagem: Jussara Diana Goulart


Referências: POUGH, F. Harvey. Á vida dos vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu Editora São Paulo, 2008.



 
 
 

2 Comments


Laiz Furlan Balioni
Laiz Furlan Balioni
Apr 27, 2020

Gostei do texto, estão de parabéns. Legal vocês refletirem sobre as vantagem que os que possuem mandíbula e os tetrápodes tem em relação aos sem mandíbula, pois como vocês mesmas escreveram, pela facilidade em alimentar-se de mais opções e eles podem colonizaram mais habitats.

Vale comentar que senti falta de vocês escolherem uma espécie, mesmo que fóssil para fazer o estudo de um ponto da evolução daquele indivíduo, vocês ficarem no grande grupo, seria legal conhecer uma particularidade por exemplo sobre uma espécie de peixe - curiosidades atraem leitores.

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Isa Modro
Isa Modro
Apr 24, 2020

Parabéns pelo post! Amei a parceria, que venham muitas outras!

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